26/03/2008


Lua no Breu

A lua quando nasce
é um cisco
Semente...serenata
Flutuando ao léu

De corpo crescente
ou minguante
Uma nau brincante no céu
Que navega e reluz
Entre as estrelas
Entalhes de prata

Luz que silencia no alto
Um enigma que a todos conduz

Caminhemos tu e eu
Em alento júbilo de peregrino
Pela clara beleza da noite
Enquanto a lua agora plena
Vai desafiando o breu

Cláudia Gonçalves & Ricardo Reis

3 comentários:

Anônimo disse...

Moacy Cirne
Oi, aparentemente meu comentário anterior foi parar no buraco negro da internet. Gosto de sua poesia. Grato pela visita ao Poema/Processo.
Viu o Balaio?
Ah, sim, também gostei de seu Perfil. Abraços.

Anônimo disse...

Claudinha,parabéns a ambos!!!
Lindo demaaaaaaaaaaaaaais!!!
Beijo de admiração!

Lorenzo.

Ricardo Sant'Anna Reis disse...

Escrever com voce, caríssima poeta, não é nenhum desafio...é uma oportunidade única. É sair do prosaico, abandonar o canhestro senso de realidade, e mergulhar fundo na arte, como se fôra no mar...como se me abrisse um canal sensorial direto com o Parnaso...o nosso poema mostra isso...obrigado pela parceria. Já disse e repito: Te considero uma das melhores poetas de tua geração...Evoé, Cacau...beijos mil...